simples como a vida deve ser.
Três abelhas, três jeitos de viver
Todas nativas, sem ferrão e essenciais pra polinização do campo — cada uma com seu próprio tamanho, ninho e temperamento.
Jataí
A menor e mais dócil das três — vive em colônias populosas e é comum até em jardins e varandas na cidade. Reconhecida pela entrada do ninho em forma de tubinho de cera.
ver o mel de Jataí →Mandaçaia
De porte médio, com listras bem marcadas — cria ninhos em troncos ocos e forma colônias grandes e organizadas. Uma das abelhas nativas mais criadas no Brasil.
ver o mel de Mandaçaia →Bugia
Rara e discreta, com colônias pequenas e produção baixa de mel — daí o preço mais alto. O nome vem do zumbido característico e brincalhão em voo.
ver o mel de Bugia →A Ēmel nasceu em um campo de família, em Gravatal, no interior de Santa Catarina — terra de morros verdes, água limpa e um jeito devagar de fazer as coisas. Ali, entre pomares e mato nativo, abelhas sem ferrão sempre fizeram parte da paisagem, guardando em suas colmeias um mel raro, escasso e cheio de caráter.
Começamos colhendo para a própria mesa. Hoje colhemos para dividir: um pouco do campo, da paciência da meliponicultura e da simplicidade de Gravatal, direto para a sua casa — sem pressa, sem excesso, do jeito que a vida devia ser.
Trabalhamos com meliponicultura — a criação das abelhas sem ferrão nativas do Brasil. São abelhas mansas, que não picam, e que produzem pouco: cada colmeia rende apenas alguns potes por ano. Por isso o mel é colhido na medida certa, sem forçar a natureza e respeitando o tempo de cada colônia. Cuidar delas também é cuidar do campo — são elas que polinizam o mato nativo e os pomares ao redor.
Da colmeia, o mel vai pro pote quase do mesmo jeito: sem pasteurizar, sem aquecer e sem misturar. Assim ele guarda o aroma, as enzimas e o sabor original de cada espécie e de cada floração. É um mel vivo, artesanal, feito em pequena escala — e cada safra tem seu próprio caráter, porque depende das flores que abriram naquele ano.
Feito à mão, em pequenos lotes
Cada pote é fechado e rotulado à mão, com a nossa abelhinha na tampa — do jeito artesanal que a Ēmel gosta.
Um mel para cada abelha
Três espécies de abelhas sem ferrão, criadas lado a lado no campo de Gravatal — cada uma com sua flor preferida, seu jeito de viver e um mel de caráter próprio. Tudo colhido em pequenas quantidades, respeitando o tempo de cada colônia. Conheça um por um.
Mel de Jataí
O mais claro e delicado da casa. De cor âmbar quase dourada e perfume floral suave, traz na boca notas cítricas e uma acidez leve que refresca o paladar, com final limpo. Fino e pouco denso — o mel de entrada perfeito para quem está conhecendo os méis de abelha nativa.
A abelha
A menor e mais dócil das nossas três abelhas. Vive em colônias populosas e é tão mansa que aparece até em jardins e varandas na cidade. Você a reconhece pela entrada do ninho em forma de tubinho de cera, onde as guardiãs ficam de vigia.
Origem & floração
Colhido no nosso meliponário em Gravatal, Santa Catarina, a partir das florações de primavera do mato nativo e dos pomares vizinhos. Cada safra muda de sabor conforme as flores que abriram no ano.
Como aproveitar
Puro, de colher, ou para adoçar chás, frutas e drinques sem dominar o sabor — fica ótimo até na água com gás. Nunca aquecemos o mel, e você também não precisa: assim ele guarda as enzimas e o aroma vivo.
Harmoniza com
Queijos frescos, iogurte natural, chá e água com gás.
Mel de Mandaçaia
Encorpado, floral e com dulçor mais presente — o equilíbrio da casa. Cor âmbar médio, textura aveludada e um retrogosto amanteigado que lembra flor de laranjeira. O mais versátil dos três, vai bem em qualquer mesa do dia a dia.
A abelha
De porte médio e com listras bem marcadas no abdômen, a Mandaçaia cria seus ninhos em troncos ocos e forma colônias grandes e organizadas. É uma das abelhas nativas mais criadas no Brasil — e uma das mais generosas na produção de mel.
Origem & floração
Vem do campo de Gravatal, das florações variadas que se sucedem ao longo do ano. Por isso é o nosso mel mais constante e o mais fácil de gostar.
Como aproveitar
O mel do café da manhã: no pão quentinho, na panqueca, sobre queijos ou puro na colher. Também dá liga em molhos e marinadas quando você quer um toque doce natural.
Harmoniza com
Café, pão quente, queijos e panquecas.
Mel de Bugia
O mais raro e intenso, colhido em pouquíssima quantidade a cada safra. Cor âmbar escuro, aroma amadeirado e sabor profundo, quase de melado, com um leve amargor nobre no final. Pede ser saboreado devagar — é um mel para quem gosta de personalidade.
A abelha
Rara e discreta, a Bugia forma colônias pequenas e produz muito pouco mel — daí o preço mais alto e a quantidade limitada. É uma das poucas abelhas que pode ter mais de uma rainha no mesmo ninho, e o nome vem do seu zumbido característico e brincalhão em voo.
Origem & floração
Cada safra em Gravatal rende só alguns potes. Colhemos na medida certa, respeitando o tempo da colônia, sem nunca forçar a natureza.
Como aproveitar
Para saborear devagar, puro, como um bom digestivo. Brilha sobre queijos curados, torradas e sobremesas, onde o sabor intenso tem espaço para aparecer.
Harmoniza com
Queijos curados, torradas e sobremesas.
Como aproveitar melhor o seu mel
Mel de abelha sem ferrão é vivo e artesanal — alguns cuidados simples mantêm o sabor, o aroma e as enzimas intactos por muito mais tempo.
Como guardar
Em temperatura ambiente, longe do sol e do calor. Como o mel de abelha nativa tem mais umidade que o comum, depois de aberto pode ir à geladeira para durar mais.
Sempre com colher limpa
Use uma colher limpa e seca a cada vez — assim você evita umidade e resíduos que podem fermentar o mel com o tempo.
Nunca ferva
Não aqueça o mel: o calor destrói as enzimas e o aroma. Se quiser amornar, use banho-maria morno, sem deixar ferver.
Cristalizou? É natural
Todo mel puro pode cristalizar com o tempo ou o frio — não é defeito nem açúcar. Um banho-maria morno devolve a textura líquida.
Menores de 1 ano, não
Como todo mel, não deve ser oferecido a bebês com menos de 1 ano, por precaução contra o botulismo infantil.
Cada safra é única
Cor, sabor e textura mudam conforme as flores de cada época. Pequenas variações entre os potes são a marca de um mel de verdade.
A bolacha de mel da Ēmel
Nem só de pote vive a Ēmel. Nossa bolachinha em formato de casinha leva o mesmo mel de abelha nativa que você já conhece.
Bolacha de Mel Casinha
Biscoitinhos amanteigados, adoçados com o nosso mel de abelha sem ferrão e assados em formato de casinha. Massa que desmancha na boca, com aquele docinho suave e natural do mel — sem xarope, sem açúcar refinado dominando o sabor.
- Adoçada com mel de abelha nativa
- Amanteigada e sequinha, desmancha na boca
- Perfeita com chá, café ou leite
- Feita em pequenos lotes, sempre fresca
O que dizem por aí
Alguns recadinhos de quem já levou um pote da Ēmel pra casa.
Ainda estamos colhendo os primeiros recadinhos. Já provou a Ēmel? Você pode ser a primeira pessoa a contar como foi 🍯
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